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Comércio Exterior

Oportunidades para o setor de alimentos no mercado escandinavo
 
 
 

Estima-se para 2024 um crescimento nas importações de produtos alimentícios em países como Noruega, Suécia, Dinamarca e Finlândia.

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Publicado por ConnectAmericas

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É indispensável considerar todos os diversos acordos de livre comércio vigentes na região para o comércio internacional, destacou Scotti.

 
 
 

As importações escandinavas de alimentos somam aproximadamente 41 bilhões de dólares por ano, sendo 2,3 bilhões apenas de importações vindas da América Latina. Dos quatro países que integram a região, o maior mercado de alimentos e com previsão de crescimento mais rápido é o da Noruega, quando comparado ao resto da Escandinávia, composta por Suécia, Dinamarca e Finlândia - este último incluído devido à sua proximidade.

Diante do crescimento da demanda de produtos alimentícios vindos da América Latina, é importante conhecer mais sobre os acordos comerciais, negócios e os produtos específicos exigidos pelo mercado escandinavo, detalha o especialista na área Milos Dragic, e Olivia Scotti, Consultora de Negócios da Gedeth Network.

  • Qual é a situação atual do mercado?

Para 2020, o mercado alimentício escandinavo tem um faturamento esperado de quase 888 milhões de dólares, com uma taxa de crescimento anual composta de 2,7% entre 2020 e 2024. A previsão para 2024 é que esse faturamento chegue a quase 1 bilhão de dólares, explicou Scotti.

Assim, é indispensável considerar todos os diversos acordos de livre comércio vigentes na região para o comércio internacional, destacou Scotti.

“A situação da Noruega não é a mesma para a Suécia, Finlândia e Dinamarca, visto que esses últimos três países são membros da União Europeia, ou seja, seus acordos de livre comércio são negociados por meio dela. Por outro lado, os acordos noruegueses são negociados através da Associação Europeia de Livre Comércio - (EFTA, em inglês)”, destacou Olivia Scotti. 

  • Quais sãos os produtos mais importados?

Entre os principais produtos que a América Latina exporta para a região escandinava estão: o café, chás, mate e especiarias, principalmente para a Suécia, que é o país da região que mais importa produtos alimentícios.

Em segundo lugar estão as frutas importadas pelos quatro países, em seguida estão as preparações/misturas alimentícias como molhos, caldos ou sorvetes especificamente para a Noruega. Os óleos e gorduras ocupam o quarto lugar na Noruega e Dinamarca, e por fim, estão as bebidas, incluindo as alcoólicas

  • Quais são os critérios ou exigências desses países?

Entre os fatores que influenciam a venda ou introdução de um produto novo ao mercado escandinavo está a embalagem, que deve conter informações claras sobre o produto e de forma visível, ressalta Milos Dragic, que já atuou na exportação de empresas de alimentos e bebidas na América Latina e Europa.

Tudo o que for apresentado ou discutido deve ser cumprido, porque qualquer modificação que não foi (previamente) discutida, resultará em uma perda de credibilidade e, consequentemente, perda do cliente. Nas empresas escandinavas é muito importante que o que você falou seja cumprido”, acrescentou Milos sobre como devem ser feitas as negociações com os compradores da região.

Ficou interessado(a) em saber mais? Veja o webinar que produzimos com os especialista sobre esse tema no vídeo abaixo. (Webinar em espanhol)

 

 

Não esqueça de conferir a sessão de anúncios de compra e enviar a sua candidatura para alguma empresa desses países, clicando aqui.

 
 
 

 

 
 
 

 

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