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A FOMIN incentiva novos modelos de financiamento para as mulheres empreendedoras

Trabalha junto com bancos de toda a região para desenvolver opções mais inclusivas e inovadoras.

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Publicado por ConnectAmericas

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Você já tentou solicitar um crédito e os requisitos desanimaram-na? Você buscou o apoio do seu banco para crescer como empresária e não obteve resposta? Até agora você não teve vontade de buscar uma entidade financeira? Algo está começando a mudar na América Latina e o Caribe: Apresentamos Banca para Empresárias (Women Entrepreuneship Banking), um projeto que oferece incentivos a bancos e outros intermediários financeiros para que desenvolvam e utilizem modelos inovadores de financiamento para proprietárias de micro, pequenas e médias empresas.

A iniciativa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Fundo Multilateral de Investimentos (FOMIN), membro do Grupo BID, oferece uma combinação única de créditos, garantias e assistência técnica para que os bancos disponham das ferramentas necessárias para adaptar seus produtos e serviços às necessidades da população feminina.

Efetivamente, captar a população feminina, além de contribuir ao desenvolvimento das comunidades, é um bom negócio para os bancos. A seguir, algumas das características subjacentes das mulheres como clientes:

  • A inadimplência nos seus empréstimos é 54% menos frequente comparada com os homens. 
  • São mais leais e estão mais dispostas do que os homens a obter vantagens de vendas cruzadas.
  • A pesar de investir em média 50% menos de capital do que os homens empreendedores, tendem a conseguir lucros 20% superiores.
  • Controlam 64% das decisões de despesas no lar.

Nos modelos de crédito tradicionais, as empresas que são propriedade de mulheres podem ficar excluídas devido à informalidade, à falta de histórico creditício e garantias, por não encaixar com as estratégias de marketing ou os perfis de clientes dos bancos, por seus baixos níveis de educação, ou falta de participação nas redes empresariais. Isto impediu que as microempresárias, a pesar de contar com fortes registros de pagamento, pudessem encontrar empréstimos comerciais maiores para aumentar seus negócios além do nível micro. 

Diagnóstico de situação no nível regional

  • Calcula-se que a brecha de créditos na América Latina e o Caribe para as pequenas e médias empresas (PMEs) lideradas por mulheres é de US$ 86.000 milhões.
  • Apenas uma em cada cinco PMEs dirigidas por mulheres conta com as necessidades de capital de trabalho, ou seja, os recursos que requer para operar, financiadas por bancos.
  • A pobreza foi reduzida em 30% entre 2000 e 2010 como resultado do crescimento da renda das mulheres.
  • 60% das micro empresas são lideradas por mulheres. Porém, menos de 10% são líderes do mercado e menos de 20% crescem para se transformar em pequenas empresas.

O BID e o FOMIN oferecerão até $55 milhões em uma combinação única de capital e know-how para ajudar aos intermediários financeiros da América Latina e o Caribe a implementar modelos de empréstimos que apóiem o crescimento das empresas de mulheres. O objetivo é facilitar o acesso ao crédito de mais de 100.000 empresas lideradas por mulheres até 2019. 

Não deixe de ver este vídeo que resume o poder das mulheres na economia da região e os próximos desafios de financiamento.

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