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Semicondutores: Um setor que conduz o desenvolvimento do Rio Grande do Sul

Por levar produtividade e inovação a diversos segmentos da economia, a indústria de semicondutores é um importante instrumento para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Portador de futuro, o setor mantém forte relação com alta tecnologia e inovação. Dessa forma, repassa seus avanços a diversos setores industriais. 

Embora seja um setor em construção no Brasil, o RS vem se estabelecendo como o único Estado brasileiro com empreendimentos industriais em todos os elos da cadeia produtiva de semicondutores, desde o design, passando pela produção de wafers até o seu encapsulamento. Essa realidade é impulsionada pela qualificação dos profissionais, excelência das instituições de ensino e parques tecnológicos, além da expertise das indústrias locais. 

Do ponto de vista econômico, a falta de uma indústria de semicondutores no Brasil tem gerado déficits crescentes na balança comercial. Em 2011 foram importados US$ 4.909 bilhões em semicondutores (ABINEE).

Em 2008, o Rio Grande do Sul foi colocado no contexto do desenvolvimento mundial de microeletrônica avançada. Com investimento de R$ 500 milhões, surgia a CEITEC (Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada). Instalada em Porto Alegre, a empresa destacou-se por ser a primeira que irá produzir chips na América Latina. E, portanto, adquiriu uma função-chave para transformar a base da indústria brasileira.

Vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, a CEITEC tem por objetivo o desenvolvimento da indústria nacional de semicondutores. Além disso, transmitir conhecimento tecnológico, através da capacitação de recursos humanos. 

Outras iniciativas empreendedoras vem se consolidando no RS, como a Santa Maria Design House - SMDH, que em 2009 desenvolveu projeto piloto para o desenvolvimento, a fabricação e teste de circuito integrado dedicado para o INPE (Unstituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e segue avançando na concepção de circuitos integrados. Na Unisinos está em funcionamento o Instituto de Semicondutores, estruturado para se tornar centro de referência em encapsulamento e teste de semicondutores, como parte do esforço para a criação de um polo do setor no Estado. 

A consolidação de todas estas iniciativas acadêmicas e empresariais, além do esforço do Governo do Estado na implementação da política industrial para o setor, vai criar um ambiente adequado para o desenvolvimento da indústria de semicondutores no Rio Grande do Sul.

Em 2011, a demanda nacional por semicondutores superou os US$ 4,9 bilhões, sendo 10% desse montante referente apenas ao mercado gaúcho. Atualmente, o setor gera mais de 200 empregos no Rio Grande do Sul. No entanto, com o início das operações da HT Micron e de outras empresas, o número de postos de trabalho terá um forte incremento.

Provided by:

AGDI-RS

Country:

Brazil Brazil

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Por levar produtividade e inovação a diversos segmentos da economia, a indústria de semicondutores é um importante instrumento para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Portador de futuro, o setor mantém forte relação com alta tecnologia e inovação. Dessa forma, repassa seus avanços a diversos setores industriais. 

Embora seja um setor em construção no Brasil, o RS vem se estabelecendo como o único Estado brasileiro com empreendimentos industriais em todos os elos da cadeia produtiva de semicondutores, desde o design, passando pela produção de wafers até o seu encapsulamento. Essa realidade é impulsionada pela qualificação dos profissionais, excelência das instituições de ensino e parques tecnológicos, além da expertise das indústrias locais. 

Do ponto de vista econômico, a falta de uma indústria de semicondutores no Brasil tem gerado déficits crescentes na balança comercial. Em 2011 foram importados US$ 4.909 bilhões em semicondutores (ABINEE).

Em 2008, o Rio Grande do Sul foi colocado no contexto do desenvolvimento mundial de microeletrônica avançada. Com investimento de R$ 500 milhões, surgia a CEITEC (Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada). Instalada em Porto Alegre, a empresa destacou-se por ser a primeira que irá produzir chips na América Latina. E, portanto, adquiriu uma função-chave para transformar a base da indústria brasileira.

Vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, a CEITEC tem por objetivo o desenvolvimento da indústria nacional de semicondutores. Além disso, transmitir conhecimento tecnológico, através da capacitação de recursos humanos. 

Outras iniciativas empreendedoras vem se consolidando no RS, como a Santa Maria Design House - SMDH, que em 2009 desenvolveu projeto piloto para o desenvolvimento, a fabricação e teste de circuito integrado dedicado para o INPE (Unstituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e segue avançando na concepção de circuitos integrados. Na Unisinos está em funcionamento o Instituto de Semicondutores, estruturado para se tornar centro de referência em encapsulamento e teste de semicondutores, como parte do esforço para a criação de um polo do setor no Estado. 

A consolidação de todas estas iniciativas acadêmicas e empresariais, além do esforço do Governo do Estado na implementação da política industrial para o setor, vai criar um ambiente adequado para o desenvolvimento da indústria de semicondutores no Rio Grande do Sul.

 

Em 2011, a demanda nacional por semicondutores superou os US$ 4,9 bilhões, sendo 10% desse montante referente apenas ao mercado gaúcho. Atualmente, o setor gera mais de 200 empregos no Rio Grande do Sul. No entanto, com o início das operações da HT Micron e de outras empresas, o número de postos de trabalho terá um forte incremento.

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