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Fonte de inovação na economia gaúcha A indústria de software gera impacto direto nas mais diversas cadeias produtivas do Rio Grande do Sul

 

induzindo melhorias e atuando como fonte permanente de inovação. Dessa forma, cria produtos, reorganiza processos, traz ganhos de competitividade e promove eficiência. Pelas características do setor de software, o seu maior patrimônio são os profissionais com capacidade criativa e intelectual. Dinâmicas e ágeis, as empresas têm na sua constante atualização técnica uma condição essencial para sobrevivência no mercado. Do ponto de vista estratégico, a indústria de software encontra-se no centro de um processo contemporâneo: a construção da economia a partir da informação. Essa tendência capilariza seus produtos em diversos setores. Polos de TI: um diferencial do Estado O setor de Tecnologia da Informação (TI) apresenta um diferencial no Rio Grande do Sul: a presença de polos que aglutinam sua cadeia produtiva. Exemplos desses polos são: Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc), Polo de Informática de São Leopoldo (Tecnosinos), Polo de Informática de Caxias do Sul (Trino Polo), Parque Tecnológico do Vale dos Sinos (Valetec) e Centro de Empreendedorismo e Parque Tecnológico de Canoas (CECan) entre outros. Geralmente, os polos são formados por incubadoras empresariais e parques tecnológicos. Além disso, contam com o apoio de uma instituição de ensino e pesquisa que fomenta suas atividades. Além de possuir parques tecnológicos de referência nacional e internacional, o Estado conta também com uma ampla rede de instituições de Ensino Superior, com a maior média de IGC (Índice Geral de Cursos) (Fonte: MEC/INEP – Censo da Educação Superior - 2010), e com o maior índice de bolsas para mestres e Doutores a cada 100 mil Habitantes - 2010 (Fonte: GEOCAPES – 2010). A indústria de software em números Segundo estudo divulgado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) o ano de 2011 foi de crescimento para o setor de TI brasileiro, cujo faturamento teve elevação de 14,8%. Este fato é especialmente relevante em função do mercado mundial de software e serviços ter crescido 10% em 2011. Este resultado colocou o Brasil na 10ª posição no ranking mundial de software e serviços, com uma movimentação de 21,44 bilhões de dólares. Este volume se divide em 6,3 bilhões de dólares em software, cerca de 1% do mercado mundial, e 15,14 bilhões de dólares em serviços relacionados. As 1,5 mil empresas gaúchas de software e serviços de TI empregam cerca de 35.000 trabalhadores e têm um faturamento anual de R$ 3,5 bilhões. As empresas gaúchas respondem por 6,5% da demanda nacional e 20% da estadual. Estes dados estão sintetizados na tabela acima. O grande gargalo para o desenvolvimento do setor no país é a falta de mão de obra. O levantamento da ABES identificou a falta de 70 mil profissionais para o setor em 2010. A estimativa é que até 2013 este número cresça para 200 mil profissionais. A Política Industrial gaúcha para o setor vai tratar este tema com a máxima prioridade.

Provided by:

AGDI-RS

Country:

Brazil Brazil

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